O fim dos jogos em mídia física começa a ficar próximo

O surgimento, assim como o desaparecimento das mídias é um dos diversos processos que ocorrem de acordo com o tempo e a ação do homem, já que a indústria sempre pesquisa novas tecnologias para tornar os hábitos do consumidor mais simples e transmitir a informação de uma maneira mais rápida e com menor custo. As revistas, os livros, os jornais e os CDs, mídias mais tradicionais e com a qual os leitores aqui têm contato, sofrem com o advento de inovações como as publicações digitais (muito derivadas da chegada dos tablets ao mercado) e os e-books e a transformação dos hábitos culturais decorrentes da Internet, em que cada vez mais as pessoas deixam de pagar para ter acesso à informação e a conteúdo, além de uma ameaça constante chamada pirataria.
No segmento de jogos também há uma situação semelhante. Hoje, as produtoras se veem em uma luta para obter cifras extraordinárias com o mercado paralelo cada vez mais em alta, os hábitos de consumo de jogos em si também mostram-se um adversário poderoso contra a questão do sucesso das empresas e é cada vez mais difícil conquistar o consumidor. E o alvo que deverá ser atingido para que as companhias tenham uma maior estabilidade financeira agora são os jogos em mídia física.
As empresas de jogos pretendem acabar com a distribuição padrão dos jogos eletrônicos, que é fornecer o produto no varejo, em versão completa, gravado em mídia física e embalado. Claro que este processo se dará de maneira gradativa, mas já existem alternativas sendo testadas para que este modelo de negócios seja deixado de lado.
É impossível não mencionar o Steam nesta discussão, já que ele foi o pontapé desta mudança e hoje é uma realidade que transformou o comércio dos jogos eletrônicos ao vendê-los via download pago. Criado em 2004, hoje o Steam possui números impressionantes. Domina quase 70% do mercado total de jogos para PC, o qual atingiu US$ 4 bilhões no ano passado e obteve a marca de US$ 1 bilhão em vendas em 2010, conforme divulgado pela Forbes. E no primeiro semestre de 2011, foram mais US$ 468 milhões que entraram na conta da Valve, 139 mi a mais que no mesmo período em 2010.
É uma alternativa interessante para as empresas utilizarem esta plataforma, já que há redução de custos, principalmente ligados à produção de embalagem e à distribuição, mas inserir o jogo no catálogo do Steam não é uma medida que determina o sucesso de um título. É por isso que os produtores estão buscando caminhos que conquistem a atenção dos jogadores sem ter de esperar que o consumidor se disponha a ir até alguma loja e gaste as próprias economias.
Alguns estúdios agora se utilizam de um conceito de oferecer o jogo incompleto. Parece um pouco absurdo para nós jogadores, já que qual o motivo que nos faria comprar algo sem estar finalizado? Mas por incrível que pareça há um exemplo que conseguiu quebrar esta escrita e fazer muito sucesso com esta proposta, e ele se chama Minecraft.
Minecraft é um jogo em que você pode criar qualquer coisa que lhe vier à cabeça montando-as com bloquinhos. Foi lançado ao mercado em versão beta, ainda não está nem perto de ser concluído, mas já conseguiu ser vendido para exatas 3.076.118 pessoas desde a última vez que conferi o site oficial do jogo para escrever essa reportagem. O motivo do sucesso foi oferecer uma ideia divertida e um jogo a um preço pequeno ao consumidor, pelo fato de que não está finalizado. Ao invés de contar com uma campanha de marketing agressiva e ser lançado em lojas, seus criadores gastaram uma pequena verba em publicidade e contaram com um tremendo buzz gerado no Youtube a partir de vídeos e presença nas redes sociais e em fóruns. E o melhor de tudo: cativou o consumidor de forma impulsiva, sem ter de criar aquela expectativa ao longo de vários anos de produção.
Este tipo de operação é válida no mercado dos jogos para PC porque a plataforma é de certa forma “independente”. Não há uma gigante como Sony, Microsoft ou Nintendo para ditar o que deve ou não ser feito, ou se algo é viável ou não. Desta maneira, o PC será o segmento que provavelmente irá receber as novidades relacionadas à distribuição de jogos eletrônicos. Mas já vimos iniciativas diferentes no que diz respeito aos consoles.
A Microsoft talvez tenha sido a primeira empresa a vender um jogo em capítulos. Em setembro de 2009, através da Xbox Live, Bill Gates e companhia disponibilizaram Fable II em episódios. Hoje a mesma ideia foi adotada pela Telltale Games, ao lançar o mais recente jogo da trilogia De Volta para o Futuro da mesma maneira na Playstation Network. Parece uma ideia absurda dividir um jogo em pedaços, mas há um fator interessante em optar por este método de distribuição.
O consumidor nem sempre gosta de todos os modos de jogo em um título, às vezes só joga determinado jogo por causa da aventura singleplayer ou da opção online. Ao invés de forçá-lo a comprar o jogo por completo, fragmentar o jogo é uma opção para cativar aqueles consumidores que não investiriam as próprias economias na versão full, já que os jogadores hardcore de determinada franquia comprarão o jogo de qualquer forma.
Além disso, o número de jogos de baixo custo com uma melhor qualidade para o consumidor aumenta consideravelmente. A própria Electronic Arts, como já mostramos em uma matéria aqui (Electronic Arts rejeita o suporte à tecnologia 3D, 29/07/2011), sugere que um dos principais caminhos a serem trilhado pela empresa são os jogos sociais. E pelo jeito eles não estão apostando à toa. The Sims Social, jogo da série que ainda não foi lançado no Facebook, já tem mais de 3 milhões de pessoas que se cadastraram na página da rede social. Ou seja, é impossível ignorar essa concorrência.
A mudança na distribuição dos jogos também está atrelada a um dos grandes problemas no mercado dos consoles, do ponto de vista das produtoras, que é o mercado de usados. Ao oferecer novas alternativas, a indústria poderá frear o comércio dos jogos de segunda mão, algo que até o momento é feito somente através dos famigerados online passes. Este é um caminho já visado pela Electronic Arts também, pois cada vez mais a companhia investe na divulgação da loja online que detém, a Origin e a Blizzard está seguindo a mesma rota, ao concentrar os próprios esforços em criar uma rede social para usuários dos produtos da marca, em que os títulos da produtora serão oferecidos através de download, evitando as prateleiras.
Além das alternativas mencionadas acima, um outro conceito a ser pensado para uso futuro é o que a empresa OnLive já propõe para os norte-americanos. A OnLive fornece consoles em que é possível jogar diversos títulos simplesmente acessando a loja online no menu do aparelho e fazer o download dos jogos que você quiser, pagando uma taxa mensal. Claro que o hardware do aparelho é muito mais simples que o de um Playstation 3, mas ele oferece uma oportunidade para aqueles que não querem desembolsar vários dólares para jogar jogos e não se importa com gráficos a ter a oportunidade de jogar franquias conhecidas como Assassin’s Creed, Deus Ex e outras a um preço muito mais convidativo.
Já se sabe que hoje não é necessária uma tecnologia fabulosa para produzir um jogo que conquiste as pessoas, vide o desejo que os jogadores têm de manter seus consoles antigos ao lado dos aparelhos da atualidade, além dos jogos oferecidos na Playstation Network, como Limbo, Castle Crashers, Scott Pilgrim vs. The World e muitos outros. Portanto, Sony, Nintendo e Microsoft tem uma oportunidade de ou adaptar a prática ideia da OnLive para criarem os seus próprios consoles ou começar a projetar os aparelhos next-gen a uma condição em que os jogos em mídia física fossem desnecessários.
Resta saber agora se a futura geração de consoles se aproveitará destas potenciais alternativas e utilizá-las de fato. Há espaço para novas ideias e a empresa que souber tirar proveito dos novos métodos de distribuição, principalmente em relação à venda de jogos por download, estará um passo à frente de suas concorrentes.
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A Sony está sendo muito "esperta" com a estrategia do Vita, tem o fisico e o digital, a escolha é sua!
talvez esse seja o teste final, se o "digital" se der bem, eles podem implementar no PS4
Nos PCs, praticamente já acabou. Steam monopolizou geral, principalmente por causa das insanas promoções de verão e fim de ano.
Agora sobre os consoles… eu acho que ainda vai demorar um pouco porque é um outro conceito. Como ficariam, por exemplo, as Collectors Edition?
Eu particularmente ficaria muito triste se acabassem de vez com os discos, porque gosto de ver meus games de PS3 na estante junto com meus CDs e DVDs.
Comprei uma única vez um album na iTunes Store e foi uma daquelas edições especiais com videos etc. Achei a coisa "tão vazia" que tempos depois comprei o mesmo album em CD.
^_^
Eu ainda sou fã das mídias, mas uma dia elas têm que acabar, principalmente por questões ecológicas.
Tbm acho que nos consoles ainda vai demorar um pouco pra acabar com as midias fisicas
Você é velho e seu argumento para os consoles não vale, já que no PC em teoria também teria o problema das edições especiais!
"Você é velho e seu argumento para os consoles não vale"
Cresce muleque, depois venha comentar aqui…
KKKKKKKKK, não é por nada não, nem conheço o DMC "bem", mas todo mundo diz q depois do ASA ele é o Vovô do Game Gen…
To contigo… eu ainda compro CDs, DVD, BDs e por isso tb vou continuar consumindo mídia física nos jogos, gosto dos encartes e das edições especiais!!!
Não tem nada melhor que comprar um jogo novo, abrir a embalagem e dar um cheiro dentro da caixa (putz, só cheiro de tinta e plástico, mas é fantástico).
O ponto de vista do Emerson é interessante, mas eu tenho de concordar com o DMC, é um ponto de vista de VELHO, os mais novos não dão tanto (ou o devido) valor que nós das mais antigas damos, porque nasceram numa nova era, onde tudo é meio descartável, fútil e passageiro. Eu acho que SIM que irá demorar para os consoles chegarem ao nível da distribuição digital do PC devido PRINCIPALMENTE a lentidão das empresas do ramo, sony, MS e Big N. E tenho certeza que as mídias antigas estão fadadas a extinção, na vdd eu acho que senão fosse o BD já estaríamos mais adiantados neste ponto. A vdd é uma só, estamos ficando velhos e daqui a pouco seremos história, assim como as midias físicas e seus encartes =[
A Big N então nem se fala. Vão vir com uma nova mídia. Lamentável. Mesmo eu que sou Nintendomaníaco já desanimei depois do Wii e agora essa.
E olha que eu segui firme com o N64 e o Cube.
Acho que para nós brasileiros a distribuição digital acaba sendo melhor pela praticidade de fazer uma conta fake americana e comprar os jogos assim que são lançados, como foi ME2.
Mas eu também gosto de ver os jogos e filmes na estante.
Muito bom Carlos, bela matéria!!!
Acho engraçado estas redes sociais específicas de cada marca… Por exemplo: A da própria EA, cheia de conteúdo e interação, ou a do GT5, que é dentro do game. O problema é que estas redes concorrem com outras "milhares" de redes… e fica difícil acessar e acompanhar. Acabam ficando restritas a um pequeno grupo, de jogadores mais assíduos. Quem deveria ter uma rede social sólida é a propria SONY, no caso do PS3, aonde os jogos e seus conteúdos se integrariam. A coisa está muito segmentada.
E sobre as mídias digitais, eu acho que é isso mesmo. Ainda por um bom tempo teremos discos nas prateleiras, mas a contagem regressiva já começou.
E você esqueceu de mencionar o Zeebo.. rsrs… Até onde sei ele não tem mídia!
Zeebo que foi descontinuado há umas duas semanas, aliás, tanto sucesso fez.rs
Ahhh sim…
e sobre as produções independentes. Tenho vontade de investir num bom PC hoje por dois motivos: 1) Produções independentes. 2) Steam.
Eu sou totalmente a favor da distribuição digital, mas desde que as empresas abaixem os preços dos jogos, pois os custos são menores.
Hoje no PS3 temos muitos jogos completos para download, os lançamentos tem o memso preço do jogo da caixa, os antigos são mais baratos. Quando os lançamentos virtuais forem mais baratos que os da caixa, a brincadeira valerá muito mais a pena.
Gosto de colecionar, mas não me importaria de ter minha coleção em um HD para pagar mais barato. No Vita será assim e se for possível será em uma conta compartilhada com meu irmão DMC.
Concordo irmão Gus!
Infamous 2 e seus 175 reais… Sem sentido nenhum
concordo cntg Gus
Excelente texto! Para mim, todos os jogos deveriam ser lançados física e digitalmente, agradando a gregos e troianos.
Nota: os comentários sobre o OnLive estão incorretos. Na verdade, o sistema funciona através de um stream de vídeo e nada é baixado ou armazenado no computador, apenas o cliente.
Para mim não há nada como ter o jogo em mídia física, na caixinha e com manual. Tenho jogos no HD do meu PS3, mas ainda prefiro em mídia física, até porque a minha internet não é daquelas que se possa ficar baixando jogos, ainda mais se for um Killzone 3 da vida.
Não tenho apego à mídia física, nem por acumular coisas nas minhas estantes, mas hoje vejo algumas vantagens nela: capacidade de armazenagem e perenidade. Para um PC, ter alguns HDs de 2TB é viável, mas num console, não. A não ser que de uma geração para outra acontecesse um aumento espetacular de capacidade de armazenagem, as pessoas estariam restritas a um número X de jogos. A não ser, claro, que HDs se tornassem acessórios de uso corriqueiro nos consoles.
Outra questão é a perenidade. Por mais que não dure para sempre, CDs, DVDs e Blu-rays podem durar décadas, ultrapassando em muito o ciclo de vida dos consoles. Deu pau no HD? Seus jogos ainda estão lá na prateleira. Imagine baixar novamente toda a sua coleção de jogos? Mesmo considerando as bandas (muito) largas em alguns países, isso ainda será uma limitação em vários mercados por vários anos.
Mas essa discussão pode se tornar obsoleta, se em um futuro próximo (uns 10 anos, depois da próxima geração de videogames), simplesmente não existirem mais mídias ou downloads, com tudo na nuvem. De repente a gente nem vê a fase do "tudo por download" e passa direto pra nuvem.
Como eu costumo dizer, eu não sei se os "gênios" da indústria levam em consideração o tiro no pé que pode ser acabar com o mercado de usados. O que eu acho mais provável é que o mercado primário diminuiria consideravelmente, principalmente para novas franquias, o que seria péssimo para todos. Mas é aquilo: esses mesmos "gênios" já quebraram essa indústria antes mais de uma vez, podem muito bem fazer isso de novo…
É um tema meio complicado. Por um lado está a economia, do outro está o fato de você realmente possuir o que compra.
Eu não consigo gostar da idéia de ter algo, mas não poder tocar este objeto. Para mim, quando gasto meu dinheiro, quero poder tatear aquilo que é meu. Vai demorar muito até que a idéia de comprar algo e não ter a real posse disto me agradará, se é que agradará. Acho que o mais provável é que eu vire mais um retro-gamer que vá atrás de plataforma e jogos antigos.
Ainda sou mais a mídia física, só mudaria para a digital quando o valor fosse muito mais baixo.
Correção: Minecraft foi lançado no mercado em 2009 na versão Alpha.
Vejo muita gente falando da economia, mas nunca vi essa acontecer, os jogos em midia ou digitais tem sempre o mesmo preço o preço da fabricação de uma midia com caixa bd e manual é ridicularmente baixo, talvez o envio justifique um preço um pouco mais alto principalmente em paises como o brasil onde tudo é feito pelas estradas, mas mesmo assim não tem essa diferença que todo mundo fala, manter banda de download e servidores não é tão barato quanto todo mundo pensa.
A midia fisica ainda vai comtinuar durante um bom tempo no mercado por duas grandes razões.
a) O mercado de videogames movimentando milhões de dólares tem como parte de seu faturamento os varejistas, que ajudam a movimentar milhares de dólares todo ano. Passar os jogos esclusivamente para midia digital iria causar muito prejuízo para muita gente uma vez que as produtoras tem uma relação muito forte com os varejistas que em boa parte não só cuidam das vendas mas também parte do marketing de seus jogos. Além de empregar muitas pessoas no ramo.
b) Muitas pessoas ainda preferem adquirir o produto físico, devido a sua facilidade de poder revender ou trocar(mesmo que os online pass da vida tentam barrar isto) . Além disse o produto fisico não necessitaria de horas baixando o arquivo ja que nem todos estão dispostos a executar um donwload relativamente grande ou tem conexões que tal tamanho se tornaria um peso a mais. A internet também ainda não estaria pronta para receber uma carga tão grande assim de dados, como disseram em um comentário ai manter servidores e banda não é tão barato quanto se pensa.
Enquanto eu puder adquirir o jogo em mídia física, assim o farei. Por enquanto não há vantagens nisso a não ser para as próprias empresas que estão lucrando pelo jogo digital o mesmo preço dos jogos gravados e embalados. Ridículo! Fora que eles nem se importam com a nossa velocidade de banda larga. Pode ser um processo lento, mesmo porque os consoles atualmente caberiam muito poucos jogos.
Sei não. Meda medo isso. o.0
Vamos comprar jogos de distribuiçao digital, e os q gostamos, vamos guardando, e logo logo estaremos empilhando HDs, Prefiro a midia fisica, e concordando com o Emerson, gosto muito de ver meus jogos na estante!
Midia fisica, sempre! Se eu compro CDs de música até hoje, não vou fazer isso com meus video-games? Ontem mesmo chegou meu Killzone 3. Alisei e cheirei a caixinha como um maniaco sexual.
HAHAHAHAHAHAHA
Excelente coluna Carlos, vc só é muito sério, mas isso não desabona em nada =] rs
Pra mim mídia física está em sobrevida, mais devido aos consoles, na vdd se os jogos digitais fossem devidamente mais em conto, como deveriam ser, que as midias fisicas a coisa já teria acabado ou estaria em vias de, pra mim é só questão de tempo, e como a maioria dos mais jovens não me apego as coisas, afinal as coisas vem e vão, assim com o tempo já cantava Lulu Santos rsrs
Realmente se desapegar da midia fisica eh duro,gosto muito de ver minha colecao de jogos e filmes em dvd e bd,mas parece que o tempo e o avanco tecnologico acabam por definir a direcao que o mercado seguira.
E o o tamanho dos HDs…como fica??
No brasil temos um grande problema que se chama BANDA LARGA, não temos conexão de qualidade para baixar midias virtuais, alias nem todos temos!
prefiro midia fisica…bom é certo q isso um dia mudará…mas espero q continue…no entanto economizaria um monte de materiais.E no fim seria uma coisa boa.Facilitaria mt mais a nossa vida mas tb ia ter q tar comprando HD toda hora.Imagina colocar Uncharted,God,Killzone no HD.Por isso q qm quer jogar pirata só sofre….jogar e deletar?PFT…tah fora.
agora para o Vita concordo plenamente e 100% em midias digitais.
eu não sei se for assim no ps4 como vc vai levar seu jogo para casa de seu amigo para jogar com ele vc vai ter que levar o video game inteiro e se der pau no hd com mais de uns 50 jogos e cada um custa 120 Reais vc vai ter que comprar tudo de novo