Review: Alice Madness Returns


Alice está de volta, e não é aquela menina “bonitinha” que você está acostumado a ver nos desenhos infantis que passam na televisão, a Alice do mundo dos jogos é muito menos inocente e cheia de dilemas psicológicos. O autor responsável pela história do jogo é American McGee que deu ao jogo um ar muito mais sombrio e perturbador do que a versão original do País das Maravilhas convencional.
Alice: Madness Returns não é o primeiro jogo, isso pode ser um ponto negativo para os novos jogadores que em determinados momentos poderão ter a sensação que algo não se encaixa na história, mas sabiamente a Electronic Arts disponibilizou gratuitamente para os que compraram o jogo ou via PlayStation Store o primeiro jogo, American McGee’s Alice, que até então era exclusivo para o PC.
Diferente da história original, em Madness Returns, Alice é uma menina perto da idade adulta e cheia de conflitos psicológicos devido ao seu passado conturbado e a morte da sua família em um incêndio, entre idas e vindas entre o mundo real e o mundo imaginário, nossa “heroína” precisa resolver o grande mistério do trem infernal.
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O ponto alto dos gráficos é a diversidade de cenários que iremos encontrar durante o jogo. Florestas, gelo, fundo do mar e muito outros cenários exóticos fazem parte do jogo, mas infelizmente os elogios param aqui. A falta de capricho e a quantidade de texturas em baixa resolução deixaram o visual pobre.
Outro ponto negativo é o problema com a iluminação de alguns cenários, conforme você vai evoluindo a luz do cenário vai aparecendo, e antes que alguém fale que isso faz parte do jogo a resposta é não, não faz, quando você joga fica claro que aquilo é um erro ou falta de capricho no produto final. A falta de detalhes nos personagens também deixa uma grande má impressão, até mesmo Alice a personagem principal não recebeu um tratamento visual digno.

A ambientação obscura e a parte sonora fizeram um par perfeito, pelo menos nessa parte técnica a equipe de produção de Alice: Madness Returns acertou, os diálogos em Inglês Britânico são um show a parte, mas que muito provavelmente não irá agradar muita gente, já que o entendimento ficará comprometido devido ao sotaque exagerado.
O único pequeno problema é que devido ao excesso de duração dos capítulos as músicas curtas e marcantes podem fazer os jogadores enjoarem rapidamente das mesmas. A versão Americana não tem opção de idioma, somente o Inglês está disponível, o mesmo se aplica para as legendas.
Os sentimentos variam conforme a evolução do jogo, inicialmente tudo parece interessante e divertido, mas com o passar do jogo a mecânica adotada fica enjoativa, talvez nem pela quantidade de movimentos repetidos que você faz durante o jogo, mas pela grande e exagerada duração de cada capítulo, cada um pode durar muito mais do que 2 horas.
O destaque fica pela grande criatividade dos produtores em escolherem as armas utilizadas pela Alice, temos desde um moedor de pimenta até um super cavalinho de madeira. Cada arma que você adquire durante o jogo poderá ser melhorada, existem dentes espalhados pelos cenários que servem para trocar por melhorias.
Um dos pontos alto na jogabilidade é o modo Hysteria, a barra de vida de Alice é representada por rosas, e quando estamos na última o modo é ativado, basicamente Alice fica invencível e tudo fica em branco e preto, menos o sangue que ganha vida com um vermelho gritante.

Alice: Madness Returns é um bom jogo, com certeza não é um candidato a GOTY de 2011 (jogo do ano) ou um famoso “compra certa”, mas agrada por ser diferente do que temos no mercado atualmente, mesmo com seus defeitos, o jogo é uma experiência divertida com uma história cativante. A perspectiva que o autor deu ao jogo tornou-se muito mais interessante que a versão original.
Recomendamos que antes de jogar Alice: Madness Returns jogue American McGee’s Alice para não ficar perdido na história, para uma boa diversão é fundamental entender o que está acontecendo.





Apresentação



Gráficos



Som



Jogabilidade



Nota Final

- Uma história mais interessante que a original.
- Cenários variados.

- Gráficos ultrapassados.
- Jogabilidade enjoativa.
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Muito bom o review mas esse eu passo longe!
Também não me animei em ir pro País das Maravilhas depois do review hahahahahah
Bom review!!! Acho q vou jogar…
Muito bom mesmo, parabéns DMC!!
Belo Review, mas esse eu passo, prefiro esperar, e guardar dinheiro, paras os grandes que chegaram a partir de outubro ( Batman, Battlefield, etc)
Ótimo review,mas passo longe.
quem esta passando LONGE nao sabes oque estao perdendo , é daqueles jogos que quando vc começa a jogar nao quer parar , e se vc olhar o gato logo no inicio na apresentaçao do jogo depois de jogar mais ou menos ma hora começa a te dar dor de cabeça . é verdade o jogo é du mauuulllll kkkkkk ………
Belo raview pessoal parabens
Esses é aqueles jogos pra se pegar depois, usado, ou comprar baratinho depois do lançamento
Concordo com tudo, mto bom review…
já sabia que não seria um GOTY ou mto menos "tenho que comprar" ele foi feito paraquem já conhece a historia, e pra quem gosta desse genero…e não para os jogadores modinhas(FPS, Luta, futebol)´
antes que venham mee criticar tbm jogo FPS e luta..futebol parei depois que troquei o PS2 pelo 3…
em certo ponto sim é mto enjoativo… fase longas tbm.. mas algo não mencionado são que você só avança nas fases realizando os pluzzes…então pode ser cansativo sim… mas enjoativo??? vc te que quebrar a cabeça nas fases…os monstros cada um tem jeito de matar que vc tem que descobrir…e um final digno do jogo…
infantil mas assutador, simples mas desafiador… um jogo 7~8/10
uma pena não terem caprichado um pouco mais, esperava bastante desde jogo, estava como compra certa, mas depois de tudo que li a respeito…. acho que um usadinho ja está de bom tamanho!